Coimbra, 3 de Maio de 1979 – Vida infernal, a minha. Pareço esfolado, em carne viva. Mas é assim que quero acabar os dias, num desespero sem lenitivo. Chego a isto: a temer o decréscimo da angústia. É que, quando noto em mim um afrouxamento da crispação, sinto a honra perdida. A honra de ser homem neste tempo.
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