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domingo, 13 de janeiro de 2013

13 de Janeiro de 1978

• À força de privações, desenganos, frustrações, perfídias, ciúmes (justificados ou não), ausências e separações prolongadas, e desigualdades fracassantes, o objecto do amor, a pessoa amada, transforma-se num ser odiado. 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

31 de Dezembro de 1977

«Vejo então que você admira Samuel Beckett!» «Adoro-o! E mais do que isso: invejo-o!» «Como assim?» «Porque ele se me afigura ser o único escritor capaz de vir a escrever a obra de ficção, teatro ou outro género, sem acção, sem plot, sem personagens, sem finalidade, e – milagre supremo – sem fazer uso de uma só palavra! A pura literatura, vamos!»